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sexta-feira, 16 de agosto de 2013

8 Benefícios de um sorriso

 As pessoas que riem mais tem o risco de problemas de coração reduzidos.


Dar boas risadas aumentam os níveis do bom colesterol, o HDL.


Rir diminui a pressão arterial, enquanto o estresse aumenta.


Sorrir limpa seus pulmões deixando-os ainda mais forte.

O sorriso melhora a digestão, devido ao estímulo dos músculos do abdômen.


 Aumenta a oxigenação de todas as células, tecido e órgãos.


Diminui o estresse e fortalece o sistema imunológico.

O movimento facial devido ao sorriso combatem as rugas.

sábado, 12 de fevereiro de 2011

Cinema & Sala de aula


Filmes na sala de aula

Algumas novas idéias para usar a Sétima Arte na Escola

Trabalhar com filmes em sala de aula pode ser extremamente gratificante, pois invariavelmente os resultados alcançados superam as expectativas dos professores. Para que isso aconteça é necessário que planejemos detalhadamente cada passo dessa iniciativa. Já tivemos a oportunidade de apresentar algumas das etapas desse planejamento em artigos disponibilizados pelo Planeta Educação. No presente texto retomamos a temática explorando especificamente algumas idéias e encaminhamentos que podem (e devem) facilitar ainda mais a ação dos professores interessados nesse poderoso e eficiente recurso. Para facilitar a leitura e a utilização dessas sugestões, organizamos sua apresentação em tópicos. Espero realmente que venham a ser de utilidade para muitos e muitos educadores que, como eu, apreciam a sétima arte e percebem em produções cinematográficas uma ferramenta e subsídio cultural valiosíssimo. Tenham um ótimo proveito em sua leitura e aulas...

• Os próximos passos quanto ao uso dos filmes em sala de aula referem-se à estruturação das estratégias e metodologias que orientarão parte das aulas. O que se quer, a princípio, é que as aulas sejam dinâmicas e atraentes para os estudantes. Para que isso ocorra é necessário que se organizem atividades que façam com que o educando participe ativamente dos procedimentos. Trabalhar com pequenos grupos e em situações de simulação da realidade são quesitos importantes para que os filmes possam ser discutidos e gerem produção escrita. Organização é outra palavra fundamental quando pretendemos trabalhar com grupos de estudantes; todos os detalhes de encaminhamento das atividades têm que ser apresentados antecipadamente para os estudantes. Aulas expositivas são importantes antes do filme ser mostrado ou logo depois da apresentação dos mesmos.


Trabalhar em pequenos grupos possibilita a troca de idéias, estimula a
cooperação, auxilia na resolução de dúvidas, incentiva a criatividade e
leva a melhores resultados finais apresentados aos professores.

• Aulas expositivas que são apresentadas antes do uso dos filmes têm o propósito de traçar um panorama geral do período histórico que está sendo estudado. Através desse perfil de época apresentado em aula o educando tem condições de comparar textos utilizados, informações apresentadas pelos professores, artigos de revistas especializadas, referências de jornais ou revistas de grande circulação com os filmes. O professor tem o compromisso de disponibilizar os recursos e mobilizar os alunos não apenas através de seminários, centralizando as ações, mas também atribuindo responsabilidades e mobilizando os alunos através de atividades que se desenvolvem durante as aulas que antecedem o uso dos filmes.


Os professores devem dar todas as orientações para que os trabalhos
sejam feitos da melhor forma possível; além disso, sempre que houver
a necessidade de novos esclarecimentos ou a resolução de dúvidas
deve ocorrer o pronto atendimento por parte dos mestres.

• Quando os filmes antecedem as aulas expositivas, a função do uso das películas é diferenciada em relação ao caso anteriormente apresentado. Os filmes são utilizados como recurso de chamamento dos educandos ao tema, tem o propósito de despertá-los para os temas em questão, introduzem o assunto em aulas. Mesmo nesse caso torna-se necessário que os professores procurem orientar as atividades no tocante ao filme, pedindo maior atenção quanto a determinados aspectos da história representada ou intercedendo nos momentos que considere apropriados (se necessário, parando a apresentação do filme em vídeo ou DVD). Não é recomendável que os estudantes façam anotações durante a apresentação do filme, isso dispersa a atenção dos mesmos para os detalhes da trama, do cenário, dos figurinos e de outros elementos representativos que podem ser utilizados pelo professor em suas atividades posteriores. As aulas expositivas que transcorrerem depois da apresentação devem ser utilizadas para referendar os pontos importantes disponibilizados pelo filme, aprofundar o assunto e introduzir idéias que tenham passado sem que tenham sido mencionadas; novamente cabe ao professor utilizar os recursos complementares para que as aulas sejam elucidativas, interessantes e para que a atenção e a participação dos educandos seja contínua.


Ambientar as aulas em situações como uma redação de jornal, uma
estação de rádio ou ainda como uma dramatização teatral pode
motivar os estudantes e levar a produção de trabalhos de ótimo nível.

• Se necessário, os trechos mais importantes podem ser apresentados uma segunda ou terceira vez, depois que as discussões e debates, assim como a redação sobre o material fílmico, já estiverem em curso durante as aulas.

• A proposta de trabalho em pequenos grupos tem o objetivo de fazer com que os educandos troquem idéias entre si, despertem uns nos outros a atenção quanto a aspectos que não foram percebidos, discutam questões propostas pelo professor e escrevam sobre o que viram. Existem vários trabalhos publicados quanto à utilização de técnicas e métodos de trabalho em aula, entre os quais destaco o livro “Manual de técnicas de dinâmica de grupo”, de Celso Antunes.

• A idéia de simulações como proposta de ação nas aulas do pós-apresentação do filme tem o propósito de aproximar os temas apresentados nos filmes da realidade em que vivem os alunos, tornando o assunto em questão ainda mais pulsante e vivo para os mesmos. Ambientar as aulas em situações como uma redação de jornal, uma estação de rádio, uma organização não-governamental ou uma secretaria de governo podem estimular os estudantes e fazer com que o resultado final dos trabalhos seja ainda mais interessante.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Volta as aulas - 10 maneiras de economizar no material escolar


O que fazer para que a compra do material escolar não vire um pesadelo nesse início de ano? Veja as dicas


Ir às compras de material escolar sem seu filho é uma ótima maneira de não ter gastos excessivos

O ano mal começou, os presentes de Natal ainda estão sendo pagos e você já tem novas compras a fazer: o material escolar. Para quem tem filhos, o material didático é uma despesa obrigatória no mês de janeiro. As escolas costumam enviar as listas de livros e de outros materiais, como cadernos, cola, tesoura, borracha. Há famílias que pegam a lista, vão até uma livraria ou papelaria e compram tudo ali mesmo. Mas o que muitos pais não sabem é que a compra do material nem sempre precisa representar um rombo no orçamento familiar.

"É claro que a Educação dos filhos deve ser prioridade para os pais, mas nem por isso é preciso gastar exageradamente com o material escolar", afirma o educador financeiro Reinaldo Domingos, autor dos livros "O Menino do Dinheiro" e "Terapia Financeira". De acordo com ele, há diversas maneiras de economizar - e muito - na hora de adquirir o material que crianças e adolescentes usarão ao longo do ano na escola. Antes de ir às compras, confira abaixo dez dicas para diminuir os gastos com livros, cadernos e mochilas nesse início de ano.

Se seu filho estudo em escola pública leia:
O material não chegou e agora?

Para ler, clique nos itens abaixo:

1 - Faça um levantamento de tudo o que já tem em casa
O primeiro passo é pegar a lista fornecida pela escola e riscar tudo o que você já tem em casa. Materiais como tesoura, lápis de cor, compasso, régua, entre outros, não estragam e podem ser reaproveitados de um ano para o outro. Se você tem filhos em anos diferentes, o mais novo também pode usar livros didáticos que já foram do mais velho, desde que a professora não tenha adotado um livro diferente. "É preciso fazer uma análise criteriosa do que a escola pede e do que sobrou dos anos anteriores. Em geral, as famílias já têm de 10% a 30% do que está na lista", afirma o educador financeiro Reinaldo Domingos.

2 - Recicle materiais
Depois de fazer o levantamento do que já tem e casa e pode ser reaproveitado, é hora de verificar o que pode ser reciclado. Uma boa ideia é customizar cadernos antigos que não foram totalmente usados. Se eles forem em espiral, você pode desmontá-los, juntar as folhas não utilizados de mais de um caderno, remontá-los, fazer uma capa nova - tudo com a ajuda da criança. Além de ser uma boa forma de economizar, reciclar materiais antigos tem outras vantagens. "A reciclagem desenvolve o espírito lúdico e ajuda a preservar o meio ambiente, o que pode ser mais um incentivo para as crianças", diz o educador financeiro Reinaldo Domingos.


3 - Organize um projeto de troca de livros na escola

Assim como você, outros pais e mães estão enfrentando o mesmo problema nesse início de ano: a preocupação com os custos do material escolar, principalmente aqueles que têm mais de um filho. Uma boa maneira de atenuar os gastos é organizar um projeto de troca de livros em parceria com a escola. No Colégio Pio XII, em São Paulo, o projeto Bibliotroca funciona há seis anos e tem como foco, além da economia, o incentivo à sustentabilidade e à leitura. "Os livros raramente serão utilizados novamente após o ano letivo. É um investimento na Educação e não na aquisição da obra em si. Se podemos compartilhar esses livros, não há porque mantê-los ou, o que é ainda pior, jogá-los no lixo", diz Mary Elizabeth Hine, coordenadora do projeto, que conta já ter economizado R$ 1,5 mil na compra do material dos três filhos graças às trocas feitas na escola.

4 - Faça uma reunião familiar
Depois de reaproveitar o material que sobrou do ano anterior e, se possível, trocar livros na escola, é hora de fazer uma reunião familiar. Pais e filhos devem decidir juntos quais serão os planos da família para o ano que está começando. Vocês podem planejar uma viagem, a aquisição da casa própria ou mesmo uma televisão nova. O importante é que os filhos façam parte dos planos e, se for o caso, entendam que terão de se privar de alguns pequenos luxos para que a família consiga viabilizá-los. Nessas horas, vale explicar por que uma mochila de grife pode ser muito mais cara do que uma mochila mais simples, embora muitas vezes a qualidade seja semelhante. "Participando dos planos da família e entendendo que há bons motivos para economizar, crianças e adolescentes tendem a aceitar com mais facilidade quando os pais sugerem a compra de um material um pouco mais barato", afirma o educador financeiro Reinaldo Domingos.

5 - Faça uma pesquisa na internet
Antes de ir para a rua, é importante fazer uma pesquisa exaustiva na internet, de acordo com o educador financeiro Reinaldo Domingos. Entre em sites como o Bondfaro (www.bondfaro.com.br) e o Buscapé (www.buscape.com.br) e dê uma olhada nos preços. Faça tabelas para se organizar melhor. Esse passo é necessário para que você saiba se os preços que vai encontrar na rua estão bons ou ruins, mas não significa que você deva comprar pela internet. Após pesquisar na web e nas lojas, você avalia onde a compra será mais vantajosa. Mas preste atenção ao prazo de entrega e ao valor cobrado pelo frete nas lojas online. Outra desvantagem da internet é a impossibilidade de pechinchar, que é sempre uma arma poderosa na hora de conseguir o melhor preço.

6 - Junte-se a outros pais
Converse com as famílias dos colegas de seu filho e organizem-se para comprar o material juntos. Façam uma reunião para definir o que cada um precisa. Depois disso, vocês podem escolher um representante para fazer as compras ou mesmo ir em grupo. Quanto maior a quantidade de material a ser adquirido, maior é o seu poder de barganha. Um gerente ou um funcionário de loja dificilmente vai querer perder uma venda de material escolar para cinco crianças, por exemplo. Comprando em grande quantidade, portanto, você tem mais poder para negociar - no varejo ou até mesmo no atacado. "É possível economizar de 10% a 20% comprando no atacado", calcula o educador financeiro Reinaldo Domingos. Outra boa ideia é reunir todos os pais da turma do seu filho e tentar comprar os livros diretamente com as editoras. Adquirindo muitos exemplares de uma só vez, é possível conseguir descontos.

7 - Procure zonas de comércio popular
Toda cidade grande tem sua zona de comércio popular. Em São Paulo, a mais conhecida é a Rua 25 de Março. No Rio de Janeiro, é possível encontrar preços mais baixos no Mercadão de Madureira. "Nessas horas, sair das zonas de classe A e B pode representar uma boa economia", afirma o educador financeiro Reinaldo Domingos. Por isso, se o objetivo for economizar, esqueça o shopping center. Organize-se e escolha um dia para ir às compras. Se possível, vá pela manhã, pois as zonas de comércio popular costumam receber um grande fluxo de consumidores em busca de preços baixos. Em geral, as manhãs são (um pouco) mais tranquilas.

8 - Vá às compras sozinho(a)
Se ir ao supermercado com crianças já é complicado, imagine comprar material escolar. As crianças em geral são mais vulneráveis aos apelos publicitários e, diante de tanta oferta de material feito exatamente para seduzir esse público, é inevitável: ela vai pedir a mochila da princesa, o caderno do super-herói e muita coisa que talvez nem esteja na lista. "Não se deixe levar pelos desejos dos seus filhos, que vão querer comprar produtos da moda e que contenham imagens de artistas ou personagens de sucesso", recomenda o educador financeiro Reinaldo Domingos.

9 - Pechinche
"Quando entrar na loja, é importante perder a timidez e pechinchar mesmo", diz o educador financeiro Reinaldo Domingos. Segundo ele, deve-se entrar na loja com tranquilidade, conversar com o vendedor, perguntar o seu nome, elogiar a loja e, assim estabelecer, uma relação de confiança com o ele. Depois de separado todo o material que pretende comprar, é a hora de tentar um desconto. Pergunte quanto custa à vista e a prazo e tente conseguir condições de pagamento melhores. E não pense que são apenas lojas de bairro que podem dar descontos. Dependendo do valor da compra, grandes redes também oferecem preços mais baixos. Por isso, não economize na pechincha.

10 - Compre o material em partes
Se a lista da escola do seu filho for muito extensa e representar um custo muito alto para o seu orçamento familiar, uma boa alternativa é comprá-lo em partes. Converse com a professora dele e descubra o que será utilizado no primeiro semestre e o que vai ficar para o segundo. Assim, você pode comprar apenas uma parte do material agora e deixar a outra parte para julho. De acordo com o educador financeiro Reinaldo Domingos, parcelar a compra do material pode atenuar o impacto da despesa com o material escolar sem representar prejuízo para o desempenho da criança ou adolescente na escola.

Fonte: www.educarparacrescer.abril.com.br

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Aproveite as férias para estudar línguas gratuitamente e de forma divertida!


Descansando e aprendendo

Durante as férias, música, cinema e internet podem ser importantes aliados para ampliar o conhecimento

Falar outra língua, além do português, é praticamente obrigatório. Mas muita gente não tem grana para pagar um curso e não quer nem ouvir falar disso, agora que as férias vão começar. Sabia que é justamente nas férias que muita gente aproveita para começar a aprender uma língua? Sim, porque nesse período, quando estamos relaxadas e livres de compromissos, o tempo rende mais, a motivação é maior, ficamos mais livres e podemos descobrir um jeito só nosso de aprender. Quer saber como?


Ouça e traduza:
É possível aprender muito além dos livros. Basta dar asas à curiosidade. Ouça seus ídolos e procure saber o que diz a letra das músicas. Vai render mais se, em vez de pegar a tradução na internet, você tentar traduzir sozinha, usando um dicionário.

Só meia hora:
Quem quer consegue. Basta não se entregar à preguiça e não desistir na primeira dificuldade. Se você resolveu aprender inglês, por exemplo, dedique um tempo específico do seu dia para isso. Que tal meia horinha todo dia?

Perca a vergonha:
Fale as palavras no idioma que está aprendendo! Errar a pronúncia é comum e, quanto mais você falar, mais aprenderá. Não ter o entendimento total de uma sentença também é normal. Nesse caso, o ideal é tirar suas dúvidas com quem sabe.


Intercâmbio:
Faça intercâmbio se tiver oportunidade. Se não, faça amigos em outros países via internet. Aproveite o Skype e o MSN! Vai ser bom testar o que já aprendeu.

Cursos online:
Weblínguas: Envia lições por e-mail de espanhol, inglês e francês.
Livemocha: Oferece cursos de mais de 90 línguas diferentes.
USA Learns: Trabalha leitura, escrita e pronúncia em inglês.
Online Universities: Ensina línguas diferentes, como aramaico e dialetos africanos.

Eu aprendi!
Luiza Tomasuolo, de 17 anos, conta como começou a aprender inglês: "Minhas irmãs mais velhas viam filmes legendados e eu não conseguia ler rápido como elas. Comecei a prestar atenção no que estavam falando. Tinha 10 anos e não entendia nada. Com o tempo, fui pegando uma coisa ou outra. Depois, comecei a traduzir músicas e conversar com pessoas de outros países no MSN. Hoje eu ouço, falo e entendo. Entrei esse ano para uma escola de inglês e consegui pular dois anos de curso."

Fonte: www.educarparacrescer.abril.com.br

sábado, 22 de janeiro de 2011

Férias sem televisão


Dicas espertas para seus filhos aproveitarem a pausa com atividades variadas, muito descanso e sem exagerar no uso do videogame e do computador


Não encher a criança de compromisso mas também mantê-la ocupada é o segredo

Férias. Para as crianças, é um dos períodos de descanso do ano. Agora é esquecer um pouco a escola e só pegar em cadernos daqui a um mês. Essa mamata toda, porém, assusta um pouco os pais. O que fazer com os pimpolhos em todo o tempo livre? A preocupação é justificada, mas a boa notícia é que existem, sim, diversas formas interessantes de entreter a garotada e, de bônus, ainda reforçar os laços familiares. Só é preciso um pouco de dedicação, isto é, nada de largar a tarefa para o playground do prédio e os fiéis companheiros eletrônicos - videogame, TV e computador.

"O segredo é não encher a criança de compromissos e, ao mesmo tempo, também não a deixar totalmente desorientada", aconselha a psicopedagoga Tânia Ramos Fortuna. O ideal, portanto, seria programar viagens, passeios culturais, visitas aos amiguinhos e afins, mas sem lotar os dias de seu filho a ponto de nunca deixá-lo sozinho e livre para escolher o que quer fazer. "As crianças não são senhoras de seu tempo e, hoje, acabam às vezes escravizadas até pelo prazer, com tantas idas a lanchonetes, cinema e festinhas. Os pais podem e devem co-responsabilizar os filhos por suas férias, perguntando a eles o que querem fazer", complementa Tânia, que é coordenadora do curso de extensão "Quem quer brincar?", da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

O equilíbrio também é bem-vindo na seleção de atividades. Dias de chuva pedem brincadeiras indoor? Pois nos dias de sol não deixe de ir andar de bicicleta no parque. O Ano Novo na praia reunirá a família toda? Invente jogos coletivos, que podem ser muito divertidos - mas, na volta, deixe a criança um pouco isolada, para que tire proveito também da introspecção e de sua própria imaginação.

Quer dicas mais específicas? O Educar para Crescer conversou com especialistas e reuniu sugestões exclusivas para as férias de seus filhos. Aproveite!

1) Diversão em família: As férias são uma boa oportunidade de a criança conviver com os parentes e ter novas experiências e aprendizados

2) Diversão na vizinhança: Nada de TV, as crianças podem aprender muito mais nas férias ao explorar a vizinhança

3) Diversão com seus filhos: Sugestões de atividades e brincadeiras para aproximar você de seus filhos

4) Diversão com os livros: Como fazer com que os livros também façam parte das férias sem que a leitura se torne tarefa chata

5) Diversão à moda antiga: Esconde-esconde, corre-cotia, passa-anel... Lembra as brincadeiras da sua infância? Elas são ótimas para tirar as crianças da frente da TV!

6) 10 brinquedos eletrônicos que as crianças adoram: De laptop infantil a globo interativo, de sudoku a minimesa de música: idéias para fazer a alegria da garotada

7) 10 brinquedos que você pode fazer: Pipa, cinco marias, pé de lata... como fazer brinquedos artesanais para as crianças

8) 10 sugestões para presentear bebês: Cada fase do desenvolvimento infantil permite que os pequenos aprendam (e muito) com vários modelos

9) Férias no museu: Saiba quais são as 20 atrações mais educativas do Brasil


Fonte: www.educarparacrescer.abril.com.br

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Sempre ao seu Lado


Drama inspirado em história real faz chorar com lealdade entre um cachorro e seu dono.

Dica de filme para as férias, após apresentar o labrador Marley, agora é a vez de falar de um Akita chamado Hachiko, no filme Sempre ao seu lado.

Acredito que todo mundo que vai ao cinema deve ter ouvido a frase "o cachorro morre no final", quando alguém queria fazer uma gracinha sobre o filme Marley e Eu. Bom, sem querer fazer piada, mas pensando em preparar o espírito de quem está escolhendo o que assistir já adianto que Sempre ao seu Lado (Hachiko - A Dog's Story, 2009) também vai te fazer chorar. Muito! E não é porque o cachorro morre no final. É bem antes que as primeiras lágrimas vão começar a sorrateiramente se alojar nos cantos dos olhos, para depois correr em cascata. Mas o filme também vai te fazer sorrir e refletir sobre o nosso dia-a-dia e as relações que realmente interessam.

O longa é uma adaptação de uma história real, que aconteceu no Japão no início do século. Hachiko é o nome de um cachorro da raça akita que ficou famoso em todo o país depois que apareceu em reportagens de jornais que contavam sua história de lealdade ao seu dono, um professor da Universidade de Tóquio. Todos os dias Hachiko acompanhava seu amigo até a estação de trem e estava lá quando ele voltava para casa.

A história deste cachorro virou uma lenda no Japão e foi usada em escolas e casas para ensinar às crianças a importância lealdade entre amigos. Serviu também para despertar no país uma onda de criações de akitas, raça pura japonesa que estava cada vez menos popular. Há hoje na estação de Shibuya uma estátua de Hachiko, no lugar onde ele ficava esperando seu dono voltar.

Na versão estadunidense da história, Hachiko continua sendo um akita. Ele é achado quando ainda é um filhote em uma estação na periferia de Nova York pelo professor universitário Parker Wilson (Richard Gere), que o leva para casa. No início, sua esposa (Joan Allen) se recusa a adotar o novo morador, mas é tocada pela cativante relação entre os dois.

Um personagem que faz a ponte entre as duas versões explicando um pouco da mentalidade e crenças japonesas é o também é um professor universitário Ken (Cary-Hiroyuki Tagawa). Ele explica ao amigo que talvez não tenha sido ele quem achou Hachiko, mas sim que o cão o escolheu como seu dono. É ele também que explica que "hachi" é o numeral japonês para oito, um número especial, que simboliza a ligação entre os planos terrenos e espirituais.

A direção do sueco Lasse Hällstrom (Regras da Vida, Chocolate, O Vigarista do Ano) carrega no drama, incorporando elementos tipicamente ocidentais que certamente não estiveram na versão japonesa do filme, Hachiko Monogatari, sucesso de 1987. É o caso da brincadeira de pegar a bolinha, que Ken explica ser algo completamente sem sentido para Hachi. "Cachorros japoneses não pegam a bolinha apenas para agradar seu dono ou ganhar um biscoito", explica Ken em um prenúncio para uma das cenas mais emocionantes do filme. Nessa hora, pode deixar o jeito machão de lado e pegar aquele lenço de papel que estava no bolso desde Marley e Eu. Acredite, você vai precisar. E se ao acender das luzes vierem te perguntar alguma coisa, despiste dizendo que você é alérgico a cachorros.

Fonte: www.omelete.com.br

Marley & Eu


A Vida e o Amor ao Lado do Pior Cão do Mundo


Continuando com as dicas de férias. Um excelente livro para se ler e se ainda quiser um filme para se ver...


O que acontece quando recém-casados resolvem comprar um cão neurótico para testar sua capacidade de criar um filho? "Marley & Eu - Vida e Amor ao Lado do Pior Cão do Mundo" reúne as histórias de adaptação de um casal ao comportamento canino. Esta é uma jornada ao mesmo tempo humana e canina que os amantes de cães adorarão viver.

John e Jenny eram jovens, apaixonados e estavam começando a sua vida juntos, sem grandes preocupações, até ao momento em que levaram para casa Marley, "um bola de pêlo amarelo em forma de cachorro", que, rapidamente, se transformou num labrador enorme e encorpado de 43 quilos. Era um cão como não havia outro nas redondezas: arrombava portas, esgadanhava paredes, babava nas visitas, comia roupa do varal alheio e abocanhava tudo a que pudesse. De nada lhe valeram os tranqüilizantes receitados pelo veterinário, nem a "escola de boas maneiras", de onde, aliás, foi expulso. Mas, acima de tudo, Marley tinha um coração puro e a sua lealdade era incondicional. Imperdível.

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Museu da Língua Portuguesa


Continuando com as dicas de Férias, um belo passeio é ao Museu da Língua Portuguesa, muita cultura e diversão.

Inaugurado oficialmente no dia 20 de março, o Museu da Língua Portuguesa abriu suas portas ao público no dia 21 de março de 2006. Em seus três primeiro anos de funcionamento mais de 1.600.000 pessoas já visitaram o espaço, consolidando-o como um dos museus mais visitados do Brasil e da América do Sul.

O Museu contou com uma equipe de criação e pesquisa composta por mais de trinta profissionais qualificados, dentre eles sociólogos, museólogos, especialistas em língua portuguesa e artistas que trabalharam sob a orientação da Fundação Roberto Marinho, instituição conveniada ao Governo do Estado de São Paulo responsável pela concepção e implantação do museu.

Seu projeto foi avaliado em aproximadamente R$37.000.000,00 (trinta e sete milhões de reais) que foram usados para financiar a criação, pesquisa, implantação do museu e restauro do Prédio da Estação da Luz. O projeto arquitetônico é de autoria de Pedro Mendes da Rocha e Paulo Mendes da Rocha.

O Museu da Língua Portuguesa, dedicado à valorização e difusão do nosso idioma (patrimônio imaterial), apresenta uma forma expositiva diferenciada das demais instituições museológicas do país e do mundo, usando tecnologia de ponta e recursos interativos para a apresentação de seus conteúdos.

Os principais objetivos do Museu da Língua Portuguesa são:
- mostrar a língua como elemento fundamental e fundador da nossa cultura;
- celebrar e valorizar a Língua Portuguesa, apresentada suas origens, história e influências sofridas;
- aproximar o cidadão usuário de seu idioma, mostrando que ele é o verdadeiro “proprietário” e agente modificador da Língua Portuguesa;
- valorizar a diversidade da Cultura Brasileira;
- favorecer o intercâmbio entre os diversos países de Língua Portuguesa;
- promover cursos, palestras e seminários sobre a Língua Portuguesa e temas pertinentes;
- realizar exposições temporárias sobre temas relacionadas à Língua Portuguesa e suas diversas áreas de influência.


Acessibilidade

O edifício é lindo e acessível,apesar de ser uma construção do século XIX que eles adaptaram o que precisava (que era pouco), sem estragar a estrutura do prédio. Na entrada, por exemplo, tem uns degraus e ali colocaram um elevador. É só entrar e subir.
Lá dentro é bem tranquilo, tem uma rampa, mas uma ajudazinha é fácil passar por ela. O chão é liso, e todos os textos e telas tem altura boa, então dá pra aproveitar e ler tudo.

Museu da Língua Portuguesa
Praça da Luz, s/nº
Centro – São Paulo – SP
Telefone: (11) 3326-0775
Site: http://www.museudalinguaportuguesa.org.br/

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

O caçador de pipas


Tenho postado algumas dicas de atividades para se fazer na férias, mas estava muito voltada para as crianças, portanto vou passar a postar algumas dicas de férias para os adolescentes e também para os adultos, claro, e vou começar com um dica de leitura.

Um ótimo livro que fala de amizade, lealdade, provação e até covardia é O Caçador de Pipas, um livro para se aprender o valor da amizade.

O Caçador de Pipas é considerado um dos maiores sucessos da literatura mundial dos últimos tempos. Este romance conta a história da amizade de Amir e Hassan, dois meninos quase da mesma idade, que vivem vidas muito diferentes no Afeganistão da década de 70. Amir é rico e bem-nascido, um pouco covarde, e sempre em busca da aprovação de seu próprio pai. Hassan, que não sabe ler nem escrever, é conhecido por coragem e bondade. Os dois, no entanto, são loucos por histórias antigas de grandes guerreiros, filmes de caubói americanos e pipas. E é justamente durante um campeonato de pipas, no inverno de 1975, que Hassan dá a Amir a chance de ser um grande homem, mas ele não enxerga sua redenção. Após desperdiçar a última chance, Amir vai para os Estados Unidos, fugindo da invasão soviética ao Afeganistão, mas vinte anos depois Hassan e a pipa azul o fazem voltar à sua terra natal para acertar contas com o passado.

O CAÇADOR DE PIPAS - Khaled Hosseini

Khaled Hosseini é o escritor mais vendido de 2008, segundo rankings das revistas "Bookseller", do Reino Unido e "Publishers Weekly", dos Estados Unidos.

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Leitura divertida



Como fazer com que os livros também façam parte das férias sem que a leitura se torne tarefa chata.

Chegou o período de férias e o que fazer? Que tal viajar, fazer uma viagem diferente das outras, viajar por mundos e dimensões desconhecidas? É isso que acontece quando lemos, saímos em uma surpreendente viagem cheia de aventuras onde exploramos outros universos.

A melhor época para ler é durante as férias, pois temos mais tempo e menos preocupações.

Um livro pode nos apresentar diferentes contextos de mundo e de vida, pode nos levar a diferentes aventuras em terra de monstros, de seres estranhos e de magia. Existem livros que provocam diferentes sensações, há livros que nos fazem rir, chorar e até mesmo voltar ao tempo em que éramos crianças e acreditávamos em contos de fadas. Os prazeres proporcionados por um bom livro geram sentimentos e expectativas diferentes ao leitor, pois esse conhece coisas e situações diferentes das corriqueiras, mostra-lhe como reagir perante as dificuldades, como mudar seu futuro, entre outros.

Muitas pessoas quando entram de férias querem viajar e esquecer os problemas, para isso nada melhor que um livro, pois ele proporciona esses dois desejos. A leitura enriquecesse nosso vocabulário, amplia nossos conhecimentos, muda nossa forma de encarar os desafios, o jeito de resolver determinados problemas, etc. Grande parte das respostas para as dúvidas do homem se encontra nos livros.

Há pessoas que gostam de livros literários, de livros científicos e outras de leitura religiosa, como a Bíblia, cada leitor tem um gosto e para cada gosto existe um livro. Atualmente muitos órgãos incentivam a leitura durante as férias, uma dessas formas de incentivo é a de abrir as bibliotecas durante o período de férias disponibilizando materiais atrativos e atuais, títulos que agradam a crianças, jovens e adultos. Uma das melhores formas de melhorar o conhecimento e o futuro do planeta é dedicar-se à leitura, pois os livros são uma rica fonte de conhecimentos.

"Nas férias, os livros perdem um pouco daquela carga de obrigação e são mais relacionados ao prazer", comenta Samuel Seibel, proprietário das quatro lojas paulistanas da Livraria da Vila. Nas férias das crianças, toda a rede oferece programação diária, com contação de histórias, oficinas e brincadeiras, tudo relacionado ao mundo dos livros. As crianças ficam fascinadas e os pais, felizes e com a sensação de dever cumprido, já que conseguem, assim, mostrar aos rebentos que cultura também é diversão. "Acredito que 100% das crianças sejam leitoras. É uma questão de oferecer-lhes ou não livros. Quem trabalha em livraria sabe como os olhos delas brilham diante de capas e ilustrações bonitas", completa Samuel.

Que livrinhos escolher para uma gostosa leitura de férias? É bom deixar as crianças à vontade, mas indicações são também bem-vindas. Os atendentes da área de infanto-juvenis das livrarias estão, em geral, por dentro do que a criançada gosta e procura. Além disso, os pais podem resgatar os clássicos de sua infância e dividir essas leituras marcantes com os filhos.

Uma sugestão é o livro Até as princesas soltam pum, de Ilan Brenman

Na linha "desconstrução do romantismo", mas sem perder a ternura, claro. As meninas vão adorar saber que as princesas dos contos são mais humanas do que a gente imagina. (Brinque-Book, R$ 27,50)

Não é porque os pequenos estão longe da escola que devem ficar também longe dos livros. Afinal, estes não são apenas fonte de conhecimento. Livros são, sobretudo, fonte de prazer e, quanto mais cedo percebemos isso, mais experiências literárias maravilhosas teremos ao longo da vida.

Fonte sites: www.educarparacrescer.com.br e www.brasilescola.com

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Bíblia nas Escolas


Uma menina escreveu um bilhetinho para Deus:
'Senhor, porque não salvaste aquela criança na escola?'
A resposta Dele:
'Querida criança, não me deixam entrar nas escolas!!!'



Após ler este trecho de um email que recebi resolvi escrever algo sobre o uso da bíblia nas escolas, não estou falando de estudo de religião nem de educação religiosa mas sim de usar os textos da bíblia nas aulas de Literatura, interpretação de texto, um maneira de fazer nossos estudantes entender a Palavra de Deus e compreender os textos que em geral são muito complexos. Após realizar algumas pesquisas na internet não achei nada que falasse sobre este assunto em nosso país, existem discussões em El Salvador e em Portugal mas no Brasil parece que isso é realmente "inviável", o artigo a baixo fala um pouco sobre esta discussão em El Salvador, vamos ler e refletir sobre essa iniciativa.

A Assembléia Legislativa de El Salvador recebeu, na quinta-feira, 10, proposta de tornar obrigatória a leitura da Bíblia nas escolas, motivou debate no país, impulsionado pelo coronel da Força Armada, Antonio Almendáriz, deputado evangélico do Partido de Reconciliação Nacional (PRN), de direita.

A leitura das Sagradas Escrituras nas escolas incentivaria um comportamento que seria um freio ao número de homicídios no país, considerado o mais violento do continente, e um controle das ações das ligas juvenis ou gangues.

A discussão da proposta deverá ser discutida amanhã no Legislativo. O ministro da Educação, Salvador Sánchez Cerén, já manifestou rejeição à proposta. Deputados do PCN e um da Arena pediram que a leitura da Bíblia nas escolas entre em vigor a partir de 11 de fevereiro de 2011, início de novo período letivo.

Dois advogados constitucionalistas asseguraram que a medida seria uma violação à Constituição da República. Mas não descartaram a aprovação da proposta, desde que acordada pelas partes envolvidas e mediante referendum popular.

Segundo nota no diário El Mundo, o ex-magistrado da Sala Constitucional, Mario Solano, explicou que a lei ou decreto entrria em choque com a liberdade de consciência e de religião, embora a Bíblia não manifeste inclinação a nenhuma crença em particular.

Fonte: Gospel Jovens

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

A Vida Íntima de Laura


Férias escolares é época de diversão, brincar com as crianças, passear, mas podemos incentivar a leitura ou até mesmo nos reunir para lermos uma estórias em familia, então lá vai um conto de Clarice Lispector, uma escritora para todas as idades:


A vida intima de Laura

Vou logo explicando o que quer dizer “Vida íntima”. É assim vida íntima quer dizer que a gente não deve contar a todo o que se passa na casa da gente. São coisas que não se dizem a qualquer pessoa.
Pois vou contar a vida íntima de Laura.
Agora adivinhe quem e Laura.
Dou-lhe um beijo na testa se você adivinhar. E duvido que você acerte! Dê três palpites.

Viu como é difícil?
Pois Laura é uma galinha.

É uma galinha muito da simples.
Peço a você o favor de gostar logo de Laura porque ela é a galinha mais simpática que já vi. Vivi no quintal de Dona Luísa com as outras aves. É casada com um galo chamado Luís. Luís gosta muito de Laura. embora às vezes brigue com ela. Mas briguinha à-toa.
Acho que vou ter que contar uma verdade. A verdade é que Laura tem o pescoço mais feio que já vi no mundo. Mas você não se importa, não é? Porque o que vale mesmo é ser bonito por dentro. Você tem beleza por dentro? Aposto como tem. Como é que sei? É que estou adivinhando você.
Outra verdade: Laura é bastante burra. Tem gente que acha ela burríssima, mas isto também é exagero: quem conhece bem Laura é que sabe que Laura tem seus pensamentozinhos e sentimentozinhos. Não muitos, mas que tem, tem Só porque sabe que não é completamente burra ela fica toda prosa e boba. Ela pensa que pensa. Mas em geral não pensa coisíssima alguma.
Luís passeia o dia inteiro no terreiro entre as galinhas, de peito inchado de vaidade. É porque ele pensa que, sabendo cantar de madrugada, manda na Lua e no Sol.
[...]
Você sabe que Deus gosta de galinha? E sabe como é que eu sei que Ele gosta? É o seguinte: se Ele não gostasse de galinha, Ele simplesmente não fazia galinha no mundo. Deus gosta de você também senão Ele não fazia você. Mas por que faz ratos? Não sei.
Laura não beija ninguém. Acho que ela dá umas bicadinhas meio sem jeito em Hermany. Aliás nunca vi ninguém mais sem jeito que essa galinha. Tudo o que ela faz é meio errado. Menos comer. E, é claro, ela faz um ovo certo.
Existe um modo de comer galinha que se chama “galinha ao molho pardo”. Você já comeu? O molho é feito com o sangue da galinha. Mas não adianta mandar comprar galinha morta: tem que ser viva e matada em casa para aproveitar o sangue. E isto eu não faço. Nada de matar galinha.
[...]
Que bom ser protegida por um habitante de Júpiter, pensou Laura e começou a dormir de novo. Mas acordar no meio da noite bem que cansou Laura, e no dia seguinte a cozinheira disse a Dona Luísa:
— Laura está com cara de ontem.
“Cara de ontem” quer dizer cara de maldormida.
Acabou-se aqui a história de Laura e de suas aventuras. Afinal de contas, Laura tem uma vidinha muito gostosa.
Se você conhece alguma história de galinha, quero saber. Ou invente uma bem boazinha e me conte.
Laura é bem vivinha.

Família reunida


As férias são uma boa oportunidade de a criança conviver com os parentes e ter novas experiências e aprendizados

Durante as aulas, o mundo da criança gira em torno da escola e dos coleguinhas. A família ganha mais espaço nos fins de semana, mas, ainda assim, pode não ser o suficiente para uma convivência proveitosa. As férias são, então, uma grande oportunidade para interagir com pais, irmãos e outros parentes.

"Boa parte dos membros das famílias de hoje não se conhecem, são estranhos uns aos outros. Os meses de descanso das crianças podem se tornar uma fase de reconhecimento", acredita a psicopedagoga Tânia Ramos Fortuna, que coordena um curso de extensão voltado para educadores que querem aprender a brincar com as crianças. Ela propõe diversas formas divertidas de brincar em família e, assim, aproveitar ao máximo as férias.

Esconde-esconde
O encarregado de localizar os escondidos vence apenas se encontrar todos os demais participantes antes de que algum retorne para o ponto de partida. O primeiro dos que tiver se escondido a retornar para o ponto de partida vence, fazendo com que aquele que os procurava perca a partida.
Também pode ser jogada de outros modos, uma pessoa conta até certo numero com os olhos fechados e as outras se escondem, as pessoas que se esconderam tem que voltar ao lugar onde a primeira pessoa contou e "se bater", o primeiro ou o último (depende de quem está brincando) a serem "batidos" pelo que contou devem ficar no lugar dele.

Pega-pega
Pega-vela Quando o pegador toca no perseguido este deve ficar parado com a mão igual de um louva-deus até que outras pessoas o soprem para ser libertado. se o pegador pegar
Pega-gelo Quando o pegador toca no perseguido este deve ficar paralisado. A brincadeira acaba quando todos ficam paralisados. Geralmente a área da brincadeira é limitada, como um quintal de uma casa ou quadra.
Pega-grupo Quando o pegador toca em um perseguido este também se torna um perseguidor e passa a correr atrás dos demais. Vence o último que sobrar.
Pega-corrente Quando o pegador toca em um perseguido este forma uma corrente que pega os outros jogadores.
Pega-pega americano Quando o pegador pega o que foge ele tem que parar no lugar e abrir as pernas até que outro que também foge passar por baixa dele, quando uns dos que fogem é pego 3 vezes é a vez dele ser o pegador.
Pega-pega salvador Haverá duas crianças com a bola e duas pegadoras quando o pegador estiver pegando a criança o salvador (que é a criança que está com a bola) deve jogar para quem esta quase sendo pegado e ao pegar a bola o pegador nao pode mais pegala porque a bola é tipo um pique 3 vezes a pessoa essa pessoa será o pegador
Pega-pega Niterói (RJ)
Esta brincadeira também é conhecida como Pique-Tá ou Pique-Pega.
Pique-cola Niterói (RJ)
Uma criança será responsável por colar todas as outras. Quando alguém é pego, tem que ficar paralisado no lugar em que foi colado e a que está com o pique continuará tentando alcançar as demais. Enquanto tenta realizar esse objetivo, a criança que está colando, precisa estar atenta para que as já alcançadas não sejam descoladas pelas outras crianças que ainda não foram. A última a ser colada ficará com o pique.


Gato-mia
É necessário escolher um jogador que será o pegador na brincadeira. Esse sai da sala enquanto os outros se escondem. Apaga-se a luz e o pegador é mandado entrar. O objetivo é procurar alguém, dos que estão escondidos. O pegador pode tentar fazer ruídos ou dizer algo engraçado para que os "gatinhos" escondidos comecem a rir e sejam mais facilmente encontrados. Ao encontrar, o pegador diz:
- Gato, Mia!
O jogador pego deve miar, disfarçando a voz. O pegador então, deve tentar adivinhar quem está miando. Se ele acertar, o jogador pego passa a ser o novo pegador. Senão, o jogo recomeça com o mesmo pegador.
Essa brincadeira pode ser feita tanto num ambiente escuro, como com uma venda nos olhos. Se com luzes acesas, é chamada de cabra-cega.

Fontes: www.educarpracrescer.com.br e http://pt.wikipedia.org/wiki/Brincadeiras_de_crian%C3%A7a

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Agora não, Bernardo.


- Oi pai (disse o Bernardo) – (O pai está pregando um prego na parede)
- Agora não Bernardo (disse o pai enquanto martela o dedo.Nem olha para Bernardo. Bernardo vira as costas e sai).
- Oi mãe (disse o Bernardo para mãe que está arrumando as louças num armário da cozinha, nem olha para Bernardo).
- Agora não Bernardo (Disse a mãe lavando louças, sem olhar para Bernardo. Bernardo esfrega o queixo pensativo).
- Tem um monstro no jardim e ele vai me devorar – (disse o Bernardo para a mãe que está na sala regando uma planta. Bernardo aponta para o jardim).
- Agora não Bernardo – (disse a mãe sem olhar para Bernardo. Bernardo fica parado pensando).
(Bernardo foi para o jardim)
- Oi monstro – (Bernardo disse para o monstro. O monstro olha para Bernardo).
(O monstro devorou o Bernardo inteirinho, pedacinho por pedacinho, monstro se lambe e mostra o tênis do Bernardo).
(Monstro entra em casa)
“Ruarrrrrr, fez o monstro por trás da mãe de Bernardo”.
(a mãe está pintando uma parede)
- Agora não Bernardo – (disse a mãe sem olhar para o monstro. O monstro faz uma cara de assustado).
Monstro vai até a sala e morde a perna do pai de Bernardo que está lendo um jornal.
(O monstro mordeu o pai do Bernardo)
- Agora não Bernardo – (disse o pai de Bernardo, com raiva e sem olhar para o monstro).
- Seu jantar está pronto – (disse a mãe do Bernardo, segurando um prato de comida. Ela o coloca na frente da TV).
A mãe sai.
(O monstro jantou, depois viu televisão, leu uma revistinha e quebrou um brinquedo dele. A mãe está ao telefone conversando com uma amiga).
- Vá para a cama. Já deixei seu leite no quarto – (gritou a mãe de Bernardo.
(Monstro segura um ursinho e vai para o quarto).
- Mas eu sou um monstro! – (disse o monstro, já sentado na cama, com o copo de leite e o ursinho ao seu lado).
( A mãe do Bernardo apaga a luz do quarto e diz:)

- Agora não Bernardo.

FIM

Adaptação do livro "Agora Não Bernardo" de David Mckee
por Vera Stefanello