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quinta-feira, 17 de março de 2016

Políticas Públicas para a Juventude

O conjunto de decisões e ações de um governo para solucionar problemas que em um dado momento os cidadãos e o próprio governo de uma comunidade política consideram prioritários ou de interesse público [...]


O que é política?

Arte ou ciência de governar.
Arte ou ciência da organização, direção e administração de nações ou Estados.
Aplicação desta arte nos negócios internos da nação (política interna) ou nos negócios externos (política externa).
Orientação ou métodos políticos.

O que são políticas públicas?


Políticas públicas são conjuntos de programas, ações e atividades desenvolvidas pelo Estado diretamente ou indiretamente, com a participação de entes públicos ou privados, que visam assegurar determinado direito de cidadania, de forma difusa ou para determinado seguimento social, cultural, étnico ou econômico. As políticas públicas correspondem a direitos assegurados constitucionalmente ou que se afirmam graças ao reconhecimento por parte da sociedade e/ou pelos poderes públicos enquanto novos direitos das pessoas, comunidades, coisas ou outros bens materiais ou imateriais.

O Governo Federal inovou na concepção de política pública e passou a considerar a juventude como uma condição social, e os jovens, como sujeitos de direitos
Esta nova concepção de política pública de para a juventude é norteada por duas noções fundamentais: oportunidades e direito. As ações e programas do Governo Federal buscam oferecer oportunidades e garantir direitos aos jovens, para que eles possam resgatar a esperança e participar da construção da vida cidadã no Brasil.

Oportunidades para adquirir capacidades
Acesso à educação, a qualificação profissional e à cidadania. 

Oportunidades para utilizar capacidades
Acesso ao mercado de trabalho, ao crédito, à renda, aos esportes, ao lazer, a cultura e à terra. 

Garantia de Direitos
Oferta de serviços que garantam a satisfação das necessidades básicas do jovem e as condições necessárias para aproveitar as oportunidades disponíveis. 


Programas de Políticas Públicas

                                                       

sábado, 5 de março de 2016

JUSTIÇA RESTAURATIVA



Justiça Restaurativa é definida por Pallamolla (2014), como sendo um processo pelo qual as partes envolvidas em uma específica ofensa resolvem, coletivamente, como lidar com as consequências da ofensa e as suas implicações para o futuro.

A Justiça Restaurativa baseia-se em um conjunto de princípios, técnicas e ações, por meio dos quais os conflitos que causam prejuízos são resolvidos de modo estruturado, com a participação da vítima, ofensor, famílias, comunidade e sociedade, coordenados por facilitadores capacitados.
Para Zehr (2012) a Justiça Restaurativa, ao sustentar que, como o crime é uma violação nas relações entre o infrator, a vítima e a comunidade, cumpre à Justiça identificar as necessidades e obrigações oriundas dessa violação e do trauma causado e que deve ser restaurado. Incumbe, assim, à Justiça oportunizar e encorajar as pessoas envolvidas a dialogarem e a chegarem a um acordo, como sujeitos centrais do processo, sendo ela, a Justiça, avaliada segundo sua capacidade de fazer com que as responsabilidades pelo cometimento do delito sejam assumidas, as necessidades oriundas da ofensa sejam satisfatoriamente atendidas e a cura, ou seja, um resultado individual e socialmente terapêutico, seja alcançado.
Tanto a justiça restaurativa quando a penal são alvos de críticas que apontam o abismo entre a teoria da ressocialização e das funções construtivas da pena e a prática que é, na verdade inversa. Ao invés de socializar, conscientizar ou socializar o delinquente, o sistema o aprisiona e reprime do convívio social e até mesmo impulsiona a marginalidade.

Para entender como funciona na prática a justiça restaurativa, o filme Os últimos passos de um homem, mostra a função principal da prática restaurativa, que é o agressor obter a consciência dos erros e a vítima ter uma amenização do sofrimento.


No filme uma Freira chamada Helen passa a ser conselheira espiritual de Matthew o réu e a partir daí tenta fazer com que ele recupere a dignidade e perceba a gravidade do seu ato e que, manter uma situação de mentira não o levaria a se redimir.
Preparada para lidar com a situação a Irmã conduz de forma firme e clara os momentos reflexivos em que Matthew passa a perceber a importância de um arrependimento.
Matthew consegue perceber o mal que causou e como, tanto as vítimas quanto as famílias foram afetas pelos seus atos.

A conscientização dos atos é uma das premissas da Justiças Restaurativa, além de estabelecer uma mútua compreensão dos sentimentos, tornando a vida das pessoas envolvidas mais tranquilas e compensada pelos sofrimentos decorrentes do conflito, valorizando os sentimentos, honestidade e humildade.

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

64 Maneiras de praticar a não violencia


1. Coragem

Eleonor Roosevelt nos incitou: “Vocês devem fazer as coisas que pensam que não conseguem fazer.” Praticar estas 64 maneiras será um desafio a fazer coisas que você pensa não ser capaz de fazer. Hoje acenda uma vela e aceite a coragem de praticar 64 maneiras de viver de forma não-violenta.

2. Sorriso

O mestre budista Thich Nhat Hanh disse: “Se em nossa vida diária pudermos sorrir, não apenas nós mesmos, mas todos ganharão com isso. Este é o tipo mais básico de trabalho pela Paz”. Hoje partilhe um sorriso com ao menos três pessoas, sabendo que seu sorriso contribui para a paz.

3. Apreciação

Louise Hay diz “Aprecie-se o mais que puder...O amor em nossa vida começa conosco mesmo... Amar a si mesmo ajudará a curar este planeta”. Escreva dez coisas que você aprecia em você mesmo. Leia em voz alta o que escreveu.

4. Importar-se

Segundo Peter McWilliams, “Não-violência em relação a si mesmo é importar-se consigo mesmo. Amor próprio é o coroamento do sentido de valor próprio... É o que os gregos chamam de reverência pelo ser”. Não basta falar, é preciso agir. Faça uma lista de pelo menos cinco maneiras pelas quais você poderia cuidar melhor de si mesmo. Ponha pelo menos uma em prática hoje mesmo.

 

5. Acreditar

O escritor Wayne Dyer escreve sobre o impacto que nossas crenças exercem sobre a vida diária. Hoje acredite que você possui todos os recursos necessários para levar a sua vida na direção da paz. Esteja atento às demonstrações simples de respostas pacíficas que você receber.

6. Simplicidade

A simplicidade é um convite à pacificação. Pense em três maneiras de simplificar a sua vida e ponha pelo menos uma em prática hoje mesmo.

7. Educação

O conhecimento fortalece sua convicção e aprofunda sua sabedoria e compreensão. Aprenda sobre o poder da não-violência estudando a respeito. Leia artigos, revistas ou um livro; veja um filme ou vídeo sobre assuntos relacionados à não-violência. Aprenda sobre direitos humanos, diversidade, ecologia, história, política, perdão, espiritualidade, paz,  biografias de heróis e muito mais.

8. Cura

A escritora, poeta, ativista e professora Maya Angelou transformou uma experiência traumática de infância num catalisador para criatividade e realização. Hoje escolha um evento traumático de sua vida e descubra a “dádiva” que isso lhe proporcionou. Partilhe esse dom com outras pessoas no dia de hoje.

9. Sonho

Martin Luther King tinha um grande sonho. Qual é o seu sonho de paz? Escreva. O que você pode fazer para honrar esse sonho? Faça isso hoje.

10. Fé

Quando César Chavez organizava trabalhadores rurais, ele os desafiava a dizer “Si, se puede” (Sim, é possível) quando não sabiam como vencer um determinado obstáculo. Hoje diga “Sim, é possível”, mesmo que você não saiba como chegar a seu objetivo. Tenha fé e diga: Sim, é possível, até que encontre o caminho.

11. Contemplação

Por pelo menos 3 minutos relaxe, respire, e deixe sua mente se alimentar de tudo que é bom e belo. A escritura sagrada diz: “Como o homem pensa em seu coração, assim ele será”.

12. Terra

Gandhi disse “Esquecer como se cava o chão e cuida da terra é esquecer-se de nós mesmos”. E Black Elk disse “Alguma pequena raiz da árvore sagrada ainda vive. Alimente-a, que ela possa vicejar e florescer e carregar-se de pássaros canoros”. Hoje plante uma semente na terra ou cuide de uma planta.

13. Criatividade

A pior coisa que se pode fazer a uma alma é suprimir seu desejo natural de criar. Identifique ao menos 5 maneiras pelas quais você expressa sua criatividade todos os dias. Hoje deixe que algo imprevisível e alegre se expresse através de você.

14. Humildade

Errar é parte integrante do aprendizado e do crescimento. Hoje, admita abertamente ao menos um erro que cometeu, e reflita alguns minutos sobre o que aprendeu.

15. Reverência

O ambientalista John Muir disse: “Todos precisamos da beleza, assim como do pão, lugares onde brincar e onde rezar, onde a natureza pode nos curar, alegrar e fortalecer o corpo e a alma”. Hoje dê uma volta lá fora e perceba a beleza em volta, acima e abaixo de você".

16. Gratidão

Em seu programa, Oprah Winfrey freqüentemente promove a prática diária da gratidão. Comece o dia listando cinco coisas pelas quais você é grato, e termine o dia partilhando com alguém as coisas boas que aconteceram hoje.

 

17. Integridade

Faça o que é correto. Spike Lee usou estas palavras para dar título a um filme. Quando tiver que escolher hoje, ouça a voz da consciência. Você sabe o que é certo. Faça.

18. Liberdade

A ativista dos direitos civis Diane Nash disse: “A liberdade, por definição, é a gente perceber que somos nosso próprio líder”. Assuma um papel de liderança em sua própria vida hoje. Encontre uma forma de expressar melhor quem você realmente é.

19. Aceitação

“Ressentimento, medo, crítica e culpa causam mais problemas que qualquer outra coisa”, diz Louise Hay. Hoje, tome a decisão de não se julgar (nem aparência, nem capacidade, nem expressão). Veja como você é único, amoroso, capaz e brilhante! Aceite-se exatamente como é.

20. Perdão

Quando você se julga, tende a acreditar que você é aquilo que fez ou deixou de fazer; o que tem ou deixa de ter. Sabendo que você é algo maior que tudo isso, perdoe-se por esquecer o bem que existe dentro de você.

 

21. Inspiração

Pense em ao menos duas pessoas que para você são um exemplo de não-violência. O que você admira nelas? Pratique estes comportamentos hoje para que outras pessoas possam receber esta inspiração.

22. Missão

“Minha vida é minha mensagem” disse Gandhi. Escreva a mensagem que você quer para sua vida. Pense em ao menos uma forma de demonstrar, através da ação, que você luta pelos seus princípios. Faça uma ação hoje.

23. Oração

“A oração vinda do coração pode conseguir o que nada mais no mundo consegue” disse Gandhi. Comece e termine o dia com uma oração pela paz. Que a paz comece por você.

Interpessoal


Para criar um mundo pacífico, devemos aprender a praticar a                                                não-violência uns com os outros nas interações do dia-a-dia.

 

24. Harmonia

Hoje escolha não se envolver em nenhum tipo de fofoca. Isso contribui para a harmonia. Hoje decida ver o bem nos outros em vez de procurar os defeitos.

25. Amizade

Para o humorista Will Rogers as pessoas desconhecidas eram simplesmente amigos que ele ainda não conhecera. Veja aqueles que você encontrar hoje sob esta perspectiva. Tenha mais um conhecido.

26. Respeito

Gandhi ensinava que “A linguagem é um reflexo exato do caráter e formação daquele que fala”. Hoje respeite a você mesmo e aos outros escolhendo não usar linguagem grosseira ou ofensiva.

27. Generosidade

Madre Teresa dizia que “Há uma pobreza escondida que é mais generalizada que a falta de dinheiro. É a pobreza do coração”. Encontre três maneiras de dispor generosamente do seu tempo, atenção e recursos em favor dos outros.

28. Ouvir

Hoje pare de fazer o que está fazendo e tire cinco minutos para ouvir aos sentimentos atrás das palavras daquele que está falando com você. Esteja totalmente presente no diálogo e interesse-se pelo que a pessoa está dizendo.

29. Perdoar

Perdoar não é relevar um comportamento ofensivo. Quando percebemos que há algo dentro de nós mais importante que esta ofensa, ficamos livres para esquecer o passado e avançar em nossa vida. Hoje escreva uma carta para perdoar alguém. Não é necessário colocar no correio.

30. Fazer as pazes

Faça as pazes hoje. Peça desculpas a alguém que você tenha magoado e seja sincero em suas intenções.

31. Elogio

Sentir-se apreciado ajuda as pessoas a crescer. Elogie ao menos três pessoas hoje pelas suas qualidades pessoais, conquistas, ou ajuda solícita.

32. Paciência

Segundo César Chavez “Não-violência não é inação... É trabalho duro...É a paciência para vencer”. Quando seus planos parecem ter sido adiados, escolha ser paciente identificando ao menos três modos de usar construtivamente esse tempo para fomentar seus objetivos.

33. Reconhecimento

Diga hoje a alguém o quanto ele ou ela são importantes para você. Que este seja um dia em que as pessoas não passam desapercebidas.

34. Amor

Gandhi escreveu: “A não-violência se baseia no pressuposto de que a natureza humana ...invariavelmente reage aos avanços do amor”. Hoje, concentre-se naquilo que você mais aprecia na pessoa que você menos gosta.

35. Compreensão

Thich Nhat Hanh diz: “Quando você compreende, não há como não amar... Pratique olhar para todos os seres vivos com um olhar compassivo”. Mande um pensamento silencioso de amor para dez pessoas hoje. Partilhe sua experiência com alguém.

36. Atenção

Se simplesmente agirmos em todos os momentos com serenidade e atenção, cada minuto da vida é uma obra de arte. Perceba a motivação por trás de seus atos, a intenção por trás de suas palavras, e as necessidades e experiências de outras pessoas. Fazendo isso você estará tornando a vida mais bela para as outras pessoas.

37. Gentileza

Quando estiver dirigindo hoje, diminua a velocidade e dê passagem a alguém. Pare e deixe os pedestres passarem.

 

38. Bondade

Todos os dias ouvimos falar de atos de violência sem sentido ou explicação. Participe da contra revolução de bondade iniciada por Anne Herbert. Faça três gestos de bondade hoje.

39. Diálogo

Marianne Williamson descreve uma sociedade saudável como aquela em que “As pessoas que discordam podem fazê-lo com honra e respeito às opiniões alheias, conscientes da sua condição humana partilhada”. Em Desiderata, Max Ehrmann diz que “Fale sua verdade serena e claramente e ouça os outros”. Hoje fale o que pensa, mas não entre no espírito da argumentação.

 

40. Unidade

As diferenças emprestam variedade à vida, e de qualquer modo, elas estão apenas na superfície. Hoje procure três formas de ver além das diferenças externas em opiniões, aparências e metas. Encontre o ponto de encontro na unidade subjacente que existe na diversidade.

41. Abertura

Diz um provérbio Turco: “Aquele que constrói uma cerca em volta de si, deixa mais para fora do que para dentro”. Hoje, esteja aberto para entender idéias e pessoas às quais você se opôs no passado.

42. Consciência

Em situações de conflito a consciência pessoal nos permite assumir responsabilidade pela nossa contribuição para o conflito. Hoje assuma responsabilidade pelo modo como você contribui para o conflito e faça uma escolha diferente, que possa levar a uma solução pacífica.

43. Singularidade

Dale Carnegie diz que a maior necessidade das pessoas é de amor e aprovação. Elogie, cumprimente e honre a singularidade de ao menos cinco pessoas hoje. Note o impacto positivo que isto causa em virtude da valorização da individualidade de cada um.

44. Cooperação

Quando trabalhamos juntos, somos mais fortes do que quando trabalhamos sozinhos. Hoje encontre um modo eficaz de cooperar mais com as pessoas da sua família ou trabalho, escola ou comunidade. Faça algo.

45. Auto-domínio

César Chavez, um organizador de recursos humanos, ensina: “Se você emprega a violência, precisa vender parte de si mesmo para essa violência. Você não é mais mestre do seu próprio esforço”. Respire fundo, silenciosamente, contando regressivamente de dez a zero para acalmar-se e esfriar antes de falar ou agir com impaciência ou raiva. Faça isto ao menos uma vez hoje.

46. Compaixão

Madre Teresa nos pede: “Encontre alguém que pensa que está sozinho e faça-o saber que não está”. Hoje, faça o que Madre Teresa pede.


Comunidade


A não-violência nos desafia a defender a verdade agindo de forma a honrar a dignidade e o valor de cada ser humano.

 

47. Desarmamento

Hoje converse com alguém sobre como seria o mundo se não existissem armas nem necessidade delas. Imagine um mundo assim.

 

48. Ecologia

Valorize a terra conservando os recursos naturais e evitando comprar produtos que destruam as florestas ou as forças de trabalho. Pratique a reciclagem hoje, usando ao menos um produto reciclado ou reciclando um produto.

49. Homenagem

Albert Einstein disse que: “Há apenas duas maneiras de viver sua vida. Uma é viver como se nada fosse um milagre. A outra é viver como se tudo fosse milagre”. Hoje, antes de cada refeição, pare para homenagear todas as mãos que trouxeram esse alimento a você e abençoe a terra por sua fertilidade.

 

50. Escolha

Esteja atento hoje a todas as piadas e comentários que mostram desrespeito em relação a grupos étnicos, mulheres ou homens, classes de pessoas, grupos religiosos, gays ou lésbicas. Tenha consideração pela dignidade de cada pessoa, e escolha não participar de conversas desrespeitosas.

51. Advogar

“Quando alguém resiste à violência”, diz Thich Nhat Hanh, “libera-se uma força de mudança. Cada ação para a paz exige que alguém mostre a coragem de desafiar a violência e inspirar o amor". Hoje, seja um aliado. Sem culpar ou julgar os outros, defenda aqueles que estão sendo desrespeitados.

52. Igualdade

Você já notou os grupos de pessoas sub-representados em suas atividades e estilo de vida? Encontre um modo de estabelecer laços com alguém pertencente a uma dessas minorias hoje.

53. Ação

“Cada um de nós pode trabalhar para mudar uma pequena parte dos acontecimentos, e a soma total de todas essas ações ficará escrita na história desta geração”, disse Robert Kennedy. Hoje encontre um modo de fazer uma pequena mudança que contribua para o bem-estar na sua casa, escola, local de trabalho ou comunidade.

54. Doação

Pratique a generosidade partilhando tempo, energia e recursos materiais com aqueles que necessitam. Limpe seu armário, vasculhe as gavetas, a garagem. Há coisas que você não usa e que poderiam ser de valia para outras pessoas? Hoje doe algo que você não usa mais.

55. Responsabilidade

A qualidade de sua comunidade começa por você. Assuma responsabilidade pela qualidade de sua comunidade onde quer que você esteja. Recolha o lixo, mesmo que não seja seu, seja em casa, no escritório ou na rua. Mesmo um pedacinho de papel a menos já é uma ajuda.

56. Auto-suficiência

As pessoas precisam da dignidade do trabalho e da oportunidade de prover suas necessidades e de suas famílias. Auto-suficiência econômica é um dos requisitos para se ter um mundo não-violento. Hoje crie um emprego para alguém ou ajude alguém a encontrar um emprego (exemplos: ajude a escrever um currículo ou preencher um pedido de emprego, ajude a fazer telefonemas, vestir-se apropriadamente, ensaiar a entrevista.)

57. Serviço

O Dr. Martin King Jr. disse: “Todos podem ser grandes…porque qualquer um pode servir…Só é preciso um coração cheio de graça e uma alma gerada pelo amor”. Torne-se um voluntário e dê ao menos duas horas de serviço por mês para uma organização da sua escolha. Partilhe seu compromisso com ao menos uma pessoa.

58. Cidadania

Robert Muller, ex-secretário geral assistente das Nações Unidas nos exorta: “Use cada carta que escreve, cada conversa, cada reunião a que comparece para expressar suas crenças e sonhos”. Hoje, mande um e-mail ou escreva para um membro do poder legislativo dizendo o que pensa.

59. Intervenção

O uso de drogas e álcool são ao mesmo tempo causa e conseqüência da violência. Hoje tenha a coragem de intervir de forma respeitosa junto a alguém que está usando álcool ou drogas. Comunicando-se de forma honesta e direta, motive essa pessoa a procurar informação, ajuda e a ficar sóbrio e livre das drogas.

60. Testemunho

“Nós somos os laços uns dos outros”, escreve a poetisa Gwendolyn Brooks. Aqueles que praticam a não-violência não podem fechar os olhos à injustiça e à crueldade. Estamos aqui para sermos testemunhas da justiça e da compaixão. Hoje esteja disposto a defender a Verdade através de sua presença, suas palavras e suas ações.

61. Paz

Escreve uma criança de 11 anos: “Paz é um pensamento especial ou um amor ou luz ou fagulha especial que todos partilhamos dentro de nós” Thich Nhat Hanh escreveu: “Pratique regar sementes de alegria e paz e não apenas sementes de raiva e violência, e os elementos de guerra em todos nós serão transformados”. Hoje, escolha reagir a cada experiência com uma intenção de paz.

62. Compromisso

Gaste cinco minutos pensando sobre seu compromisso com a não-violência. Escreva o que significa para você e o que você está disposto a fazer como conseqüência deste seu compromisso. Torne esse compromisso público falando sobre ele com ao menos duas pessoas.

63. Soltar

Diz um provérbio sufi: “Quando o coração chora pelo que perdeu, o espírito sorri diante do que encontrou”. Hoje olhe para trás e veja o quanto caminhou durante esta jornada de 64 dias. Solte o peso do passado, os julgamentos que fez de si e dos outros, e a idéia de que a paz mundial não é possível, reconhecendo que você faz diferença.

64. Celebração

Hoje se alegre com o trabalho que fez. Celebre a jornada que você realizou, junto com tantos outros, que acreditam que cada indivíduo pode mover o mundo na direção da paz com suas escolhas e ações não-violentas. “Nunca duvide que um pequeno grupo de cidadãos atentos e empenhados podem mudar o mundo. Na verdade, isto é a única coisa que consegue mudar algo”. (Margaret Mead)


segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Educação para a Paz

A paz é um processo contínuo e permanente: “Não há caminho para a paz, a paz é o caminho.” (Gandhi)

Todo conhecimento comporta o risco do erro e da ilusão. O conhecimento, é uma forma de compreender a verdade, é um apanhado de elementos limitados pela nossa possibilidade de apreender e assimilar. O aprendizado é uma relação de interdependência entre o sujeito e seu meio. É construído a partir da ação do sujeito sobre o objeto de conhecimento, interagindo com ele, sendo as trocas sociais condições necessárias para o desenvolvimento do pensamento. A aprendizagem acontece através de um processo de interação, dos traçados de significação que possibilitam a declaração de relações com o novo na busca de uma nova harmonia. Busca-se aprender conteúdos, aprofundar julgamentos, metodologias que ajudam o sujeito a desenvolver a habilidade de continuar aprendendo, num procedimento contínuo e simultâneo de questionar-se. No entanto, a educação precisa de diversos olhares para auxiliar a entender e a conceber as relações todo/partes, unindo e interligando os saberes, tendo com pano de fundo a tecelagem formada pela interação e interdependência de seus elementos, transformando-se assim, em um conhecimento pertinente. A construção do conhecimento deve ser capaz de apreender os objetos em seu contexto, sua complexidade, seu conjunto. A idéia deve basear-se em situar as relações mútuas e as influências recíprocas entre as partes e o todo em um mundo complexo. É necessário ensinar princípios de estratégia que permitam encarar o inesperado e o imprevisto, e alterar seu desenvolvimento em benefício das informações contraídas ao longo do tempo. Devemos procurar desenvolver a consciência de que o ser humano é ao mesmo tempo indivíduo, parte da sociedade e parte da espécie (ética do gênero humano). A condição de “ser humano” relaciona-se ao desenvolvimento das autonomias individuais, das participações em sociedade e do sentimento de pertencer à condição humana. Além do mais, devemos como educadores assumir o compromisso de propiciar momentos para a construção da cidadania planetária, baseada na responsabilidade universal, frente à complexidade do mundo contemporâneo, como exigência de articular a heterogeneidade dos contextos, as subjetividades, as identidades e os saberes. A educação do futuro deve ser questionadora, indagando sempre as incertezas ligadas ao conhecimento. Na sociedade contemporânea, onde a competitividade é o ponto forte, temos que buscar a paz entre os cidadãos. A educação para a paz deve ser basicamente uma meta a ser atingida. A paz converte-se num processo contínuo e acessível em que a cooperação, o recíproco entendimento e a confiança em todos os níveis ajustam as bases das relações interpessoais e intergrupais. Na educação para a paz devemos buscar mudar o modo de sentir, que muda o modo de pensar, que muda o modo de falar, que muda o modo de agir. A cultura da paz baseia-se no diálogo, que visa abrir questões, estabelece relações, compartilha idéias, questiona e aprende, compreende, faz emergir idéias, busca a pluralidade de conceitos. Ao incorporarmos a cultura da paz em nosso cotidiano, nos disponibilizamos ao diálogo, a escuta, a tolerância, a generosidade, ao comprometimento, mas, também à consciência do inacabamento, ao reconhecimento de ser condicionado e da dupla existência da verdade. Tendo consciência do processo de inacabamento, constatamos que a educação é uma formação continuada, que dura toda a existência.

domingo, 9 de janeiro de 2011

Ataque o bullying


Aprenda a identificar e combata esta violência sofrida pelas crianças e jovens na escola.

66% dos alunos brasileiros cometeram ou sofreram bullying nos últimos seis meses.

Diversos fatores podem levar uma criança ou adolescente à depressão, um deles é o bullying, caracterizado por provocações e humilhações freqüentes por parte de um ou mais alunos direcionadas para um único aluno, geralmente o estudante mais vulnerável da classe, escolhido como o “joão bobo” de todos. O bullying tem tido destaque nas manchetes dos jornais de todo o mundo, em casos de jovens que se matam por causa das provações e humilhações ou até mesmo aqueles que antes de suicidarem matam quem os humilhou.

As brincadeiras de mau gosto fazem parte do dia-a-dia da maioria das escolas brasileiras, inclusive das de Salgueiro. Geralmente acontecem na hora do recreio ou mesmo dentro da sala de aula quando professor sai para entrar outro. Os provocadores utilizam como pretexto para tirar sarro dos mais fracos, o simples fato do colega de classe ser magrinho, gordinho, alto, baixo negro ou branco demais. Para os que humilham aquilo só significa uma brincadeira passageira, mas para os humilhados as marcas podem durar eternamente e resultar em suicídios.

Está na hora do bullying ser tratado pelas autoridades como um crime, com penas comunitárias para os menores de idade e detenção para os maiores de idade. Se isto persistir sendo ignorado, sem uma atitude eficaz, a sociedade pode ficar repleta de pessoas com medo de sair nas ruas ou com desejo incontido de se matar. Bullying não é brincadeira, denuncie.

Você já presenciou alguma cena de bullying. Rola quando uma pessoa zoa outra sem se importar com os sentimentos dela (e faz repetidas vezes!). E isso não acontece apenas na sua escola: 66% dos alunos brasileiros cometeram ou sofreram bullying nos últimos seis meses. Para entender o quanto esse comportamento faz mal, a gente ouviu os três lados de uma história que poderia ser a sua. Depois, vire a página para ver como encarar esse problema. As recomendações são do psicólogo Josafá Moreira da Cunha, da UFPR, que defendeu uma tese sobre o bullying feita em 2008.


Como é a vítima?


"Desde que a Cris** entrou no colégio, minha vida virou um inferno. Ela é a típica menina que faz sucesso só por causa da beleza e não liga nem um pouco para os sentimentos dos outros. Mesmo achando que seria impossível existir uma amizade entre a gente, tentei me aproximar, mas claro que o esforço foi em vão. A zoação começou por causa do meu cabelo, muito curto e armado. De início, eu não ligava, pensava que aquilo era apenas uma brincadeira, mas a coisa foi tomando um rumo totalmente insuportável. Primeiro, ela levou uma vassoura para a escola e apelidou o objeto com meu nome. Depois, ela fez um vodu meu e ficava mostrando para o menino do qual eu era a fim. Chegou uma hora em que não dava mais para suportar a situação. A coisa que eu mais queria na vida é sair da escola e nunca mais ter que olhar para cara da Cris. Confesso que, às vezes, tenho dó dela. Acho que daqui uns anos ela estará sozinha. Acredito que ela toma essas atitudes porque acha que se garante por ser bonita. O problema é que beleza não dura pra sempre. Humildade, sim!", Priscila**, 15 anos


Como é a agressora?


"A Priscila precisa crescer. Isso que ela tem é puro complexo! Nós brincamos com todo mundo e só ela pede para parar. Duvido que exista no mundo uma turma em que ninguém zoa ninguém. Sem contar que ela exagera. Nunca fiz com que ela passasse vergonha na frente dos outros. Tenho certeza absoluta disso. Tudo o que eu falo é sem maldade nenhuma. É verdade que, às vezes, pego um pouco pesado, como quando levei a vassoura pra aula ou fiquei falando pra todo mundo do menino superfeio que ela tinha beijado. Mas vai dizer que não é engraçado? Todo mundo sempre ri e a Priscila devia fazer o mesmo em vez de ficar triste e brava. No outro colégio em que eu estudava, era exatamente a mesma coisa. Só que ninguém ficava estressando, então o pessoal pegava bem menos no pé. Na verdade, acho que a Pri devia era me agradecer! Falar sempre dela é um jeito de deixá-la mais popular. Uma vez ela pediu para que eu me colocasse no lugar dela. Eu juro que não teria problema. Sou do tipo que prefere que falem mal, mas falem de mim.", Cris**, 15 anos


Como é a platéia?

"Eu nunca achei certo o que a Cris faz com a Priscila. Não entendo por que alguém sente prazer em humilhar os outros. Na maioria das vezes, a situação é tão chata, mas tão chata que chego a ter pena da menina. Já tive que consolá-la no meio da sala quando, após uma das brincadeiras, ela começou a chorar. Até pensei em falar com a Cris, dizer que aquilo é de muito mau gosto e não tem graça nenhuma, mas é óbvio que não farei isso. Eu sei que, se eu falar alguma coisa, a zoação vai se voltar contra mim. Então, não faço bullying, mas também não colaboro para ele acabar. Acredito que seja por isso que as pessoas dão risada: para que estejam dentro do grupo que zoa os outros. Já vi várias vezes as colegas que andam com a Priscila serem zoadas só por estarem ao lado dela. Assim, ela acaba ficando sozinha. Sinceramente, acho que a Cris faz isso por inveja. Tenho certeza de que ela gostaria de ser tão inteligente e interessante quanto a Pri. O problema é que, como ela é uma pessoa bonita por fora e feia por dentro, precisa apelar para chamar a atenção.", Sandra**, 16 anos


O que fazer para deixar de sofrer?

Assim como a Pri, a vítima é zoada por causa do seu comportamento ou por algo em sua aparência. Costuma ser uma pessoa com baixa autoestima. Mesmo que disfarce, parece ter escrito na testa: "Tirem sarro de mim. Não vou revidar!" A solução do problema começa na própria pessoa. Ela é zoada por que não é descolada? Está fora do padrão? É importante se questionar se tal "problema" a incomoda. Se perceber que não, a insegurança vai diminuir. Agora, se o motivo de ser zoada a irrita, deve encará-lo com a ajuda dos pais e até de psicólogos. Mudanças físicas - como operar orelhas de abano - são até mais simples de serem resolvidas. Mas, com empenho, rola vencer problemas como timidez e complexo de inferioridade. Na escola, a vítima deve procurar o coordenador e contar como se sente. Se quiser, pode chamar outra vítima de bullying para ir junto. Trata-se de um problema da escola e a solução jamais é expor a vítima.



O que fazer para impedir que role?

Quem está na plateia sabe de toda a história. Conhece a garota que sofre de bullying, a que apavora a outra e os motivos disso. Pode até dar risada da tiração de sarro. Mas, no fundo, tem dó da vítima porque se coloca no lugar dela. Só que morre de medo de ser a próxima a ter um alvo nas costas e, por isso, prefere não fazer nada. A atitude parece esperta! Só que as testemunhas têm um papel decisivo para que a zoação maldosa não aconteça mais na escola. Justamente por ser a pessoa menos envolvida, é ela que deveria ter mais coragem de dizer a uma pessoa que comete bullying o quanto ela é mala e dar um chega pra lá para que ela pare. Acredite: ao atirar a primeira pedra, quem faz parte da plateia vai ganhar a simpatia de um monte de gente, que estará ao lado dela caso passe a ser a vítima de bullying. Anonimamente, também vale denunciar o que rola para um coordenador ou professor (e cobrar que uma atitude seja tomada!).


Referências: www.educarparacrescer.com.br e www.alvinhopatriota.com.br

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

A origem sangrenta dos contos de fadas



Muitos dos mais populares contos infantis, como Branca de Neve e Alice no País das Maravilhas, tiveram seus primeiros relatos banhados em sangue, sexo, fome e violência. Conheça os casos escabrosos que estão nas versões originais - e nada infantis de várias histórias da carochinha!


1. UMA HEROÍNA MAIS REAL QUE 3D

O nome da protagonista foi escolhido como uma homenagem à garotinha Alice Liddel, amiga do autor, o inglês Lewis Carroll. E o livro nasceu quase na marra. Após contar a história, que inventara na hora, para Alice e as duas irmãs da menina, Carroll foi convencido a colocar tudo no papel.


2. ANARQUISTAS GRAÇAS A DEUS

O coelho atrasadinho e que está sempre estressado é interpretado como uma crítica do autor à repressora sociedade inglesa da época. Ironicamente, é ele quem atrai Alice para um mundo mágico e sem nexo em que há liberdade para os indivíduos interferirem nos rumos da sociedade.


3. VIAJANDO NA LAGARTONA

Tá tudo azul para a lagarta que Alice encontra fumando num baita narguilé. A geringonça e o fato de o bicho falar lentamente, "viajando" e filosofando, são até hoje associados ao consumo de ópio. A droga, que atualmente é ilegal, tinha uso medicinal na época da publicação do livro, em 1865.


4. COGUS ALUCINÓGENOS

A lagarta doidona explica que comer do cogumelo em que está sentada pode fazer Alice crescer ou diminuir de tamanho. Há quem veja nisso uma clara referência a cogumelos alucinógenos, embora não haja indícios, dentro ou fora da obra, relacionando o autor ao consumo dessa droga.


5. SORRISO DELIRANTE

O habitante mais alucinado do País das Maravilhas aparece e desaparece em vários momentos da trama, seja de corpo inteiro, seja mostrando apenas algumas partes, como o sorriso. Especula-se que o gato possa ter surgido das terríveis enxaquecas do autor Lewis Carroll, que relatou vários episódios de alucinação em seus diários.


6. NA CASA DO CHAPÉU

Alice topa com o Chapeleiro Maluco em um tradicional chá das cinco inglês. Na época em que a história foi escrita, muitos chapeleiros enlouqueciam de fato, por causa da exposição ao mercúrio usado na confecção dos chapéus. Os sintomas eram tremores nos olhos e membros, fala confusa e alucinações. O personagem serviu até de inspiração para um inimigo do Batman.


7. EXTINTO E POLITIZADO

O dodô, ave extinta no século 17, é interpretado como uma caricatura do próprio Lewis Carroll, cujo nome real era Charles Dodgson. Para variar, o autor aproveitou o personagem para dar suas alfinetadas. O dodô organiza uma corrida sem rumo, que não chega a lugar nenhum, como nas reuniões políticas desde aquela época


8. RAINHA SEM CORAÇÃO

A Rainha de Copas é outra caricatura da sociedade da época, mais precisamente da rainha Vitória: apesar de sua importância no reino inglês, sua autoridade não valia nada diante do Parlamento e do primeiro-ministro. Do mesmo jeito, no País das Maravilhas o bordão "cortem a cabeça dele!", da Rainha de Copas, nunca é cumprido de fato


Alucinação coletiva

Para muita gente, Lewis Carroll escrevia sob efeito de drogas. Uma lenda urbana engolida por muita gente é a que especula sobre o uso de substâncias alucinógenas por Lewis Carroll. Os rumores se baseiam na narrativa piradona e em elementos que remeteriam ao universo das drogas, como o narguilé e o cogumelo. Há quem jure que a inspiração do autor vinha do LSD, esquecendo-se que a droga só surgiu em 1938, décadas após a primeira edição da obra. Além disso, a complexidade dos enigmas lógicos e matemáticos dispostos ao longo do texto indicam que o autor escrevia lúcido. Sem falar que nada na biografia de Carroll sugere qualquer experiência com entorpecentes


Muito além do espelho

O universo surreal de Alice já serviu de inspiração para a ficção e até para a medicina!


LOST

Alguns episódios da série, como Coelho Branco e Através do Espelho, remetem à obra de Carroll.


MATRIX

No primeiro filme da trilogia, a escolha que Neo pode fazer entre tomar uma pílula vermelha ou uma pílula azul também remete ao livro.


BATMAN

Nas HQs, um dos inimigos do homem-morcego é um Chapeleiro Louco, inspirado diretamente no personagem doidão de Alice.


OS BEATLES

Lewis Carroll teve tal influência sobre a banda que é um dos homenageados na capa do álbum Sgt. Peppers Lonely Hearts Club Band.


MEDICINA

A história batiza uma doença estranha, a síndrome de Alice, que faz objetos parecer muito maiores ou menores do que realmente são.


Fontes: Psicanálise dos contos de fadas - Bruno Bettelheim
Site: www.educarparacrescer.com.br

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Bullying


BULLYING

Você sabe o que é Bullying? Bem, Bullying é uma discriminação, feita em escolas por algumas pessoas contra uma única pessoa. Mas não é uma coisa simples, que se pode vencer de um dia para o outro. Bullying é um mal que se carrega durante um período da vida muitíssimo grande. Quando alguém diz que seu cabelo está estranho, você provavelmente vai correndo para o espelho mais próximo para se arrumar. Agora imagina duas, três, dez pessoas, todo o dia, falando mal do seu cabelo, de coisas que você não tem culpa por ter ou muitas vezes por não ter. Sim, isso seria completamente insuportável, quer dizer, sua alto estima fica lá embaixo, e os malvados causadores do Bullying seriam os heróis. O que você faria? Se mataria? Sim, existem crianças que se suicidam, mas não com a idéia de que a vida delas é uma droga, e, sim, de que eu vou morrer porque sou feia e tudo que eles dizem é verdade. Fonte: http://www.plenarinho.gov.br/seu_espaco/seja-xereta/quem-ja-participou/Bullying-um-joguinho-sem-fim

Apelidos como "rolha de poço", "baleia", "quatro olhos" e atitudes como chutes, empurrões e puxões de cabelo são comportamentos típicos de alunos em sala de aula. Brincadeiras próprias da idade? Não. São atos agressivos, intencionais e repetitivos, que ocorrem sem motivação evidente e que caracterizam o chamado fenômeno bullying.
Fonte: http://jornaldocentraoced02.blogspot.com/2006/06/Bullying-brincadeira-sem-graa.html